sexta-feira, 10 de junho de 2011
nzic.org.nz/ChemProcesses/food/6B.pdf
quarta-feira, 1 de junho de 2011
mathdl.maa.org/images/upload_library/22/Ford/Grabiner841-852.pdf
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
STEM-Desenvolvimento Científico
Tem aparecido na mídia, cada vez mais nos últimos meses, de entidades governamentais e científicas, referência à expressão STEM (sigla em inglês para science, technology, engineering, mathematics). Esta expressão aparece em um contexto de investimentos para revitalização das ciências diante dos desafios tecnológicos e econômicos e concorrência internacional que se está a deparar.
Ciências refere-se às ciências naturais, ciências da vida e biomédicas, ciências atmosféricas, ciências espaciais, ciências de materiais, etc, tais como Biologia, Química, Física, Meteorologia, Oceanografia, Bioquímica, etc. Tecnologia, Engenharia, e Matemática, principalmente Matemática Aplicada e Estatística complementam o quarteto STEM. Observe-se que as humanidades e ciências sociais (Direito, Artes, Filosofia, Política, Economia, Sociologia, etc) são excluídas da definição de STEM, não obstante sua importância.
Observe-se ainda como os quatro componentes de STEM atuam interativamente para o desenvolvimento da Ciência, para obtenção de resultados. As Ciências dependem de observações e medições, que são obtidas com equipamentos que são desenvolvidos por engenheiros e técnicos, com certas tecnologias, e dados obtidos são analisados estatisticamente ou estudados com modelos matemáticos e recursos computacionais. Novas soluções geram novas perguntas que precisam ser respondidas com novos experimentos, do que se obtém novas observações e medidas, e assim por diante.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Clareiras no Parque das Fontes do Ipiranga, São Paulo-SP, Brasil
Será que estas clareiras são o resultado de fenômeno natural ou são o resultado de desequilíbrio ambiental?
A seguir, para comparação, uma foto de uma área sem extensas clareiras aparentes do mesmo parque. O mesmo padrão se percebe nas áreas preservadas de floresta na Serra da Cantareira, na zona norte da cidade.
A seguir, uma foto da mesma clareira.
Como esta região sofre ação deletéria do entorno, então deixa de ser área 100% natural. Sugiro replantio de espécies nativas, de preferência de sementes da mesma reserva, e eliminação de espécies não nativas como os eucaliptos que lá se encontram nas bordas.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Entropia x Ordem
Há duas tendências notáveis no Universo, a formação de agregados, como, p.ex., buracos negros, e explosões, como, p.ex., o big bang. Nestes dois casos a ordem aumenta e a entropia (termodinâmica) diminui, ao contrário do que diz a Segunda Lei da Termodinâmica. Veja bem, a entropia passa a aumentar após deflagrada a explosão. A diminuição da entropia derruba a Segunda Lei da Termodinâmica, que passa a exigir novo enunciado.
Há várias definições de entropia (termodinâmica, da Teoria de Informação, a topológica, a de teoria de probabilidade, de sistemas dinâmicos,…). O que há em comum é que a variação da entropia é uma medida do aumento da desordem, da perda de informação, do aumento da incerteza, da irreversibilidade de processos.
Na formação e crescimento de um buraco-negro, parte da matéria e radiação de uma região do Universo fica confinada dentro do horizonte de eventos do buraco-negro, o que faz com que saiba com razoável certeza onde se encontra tudo o que caiu nele. Neste caso, a ordem (global) aumenta e a desordem (global) ou entropia (global) diminui.
Exemplo: Sabendo-se que existem 100 pombos em uma região, quanto mais pombos chegam a um pombal, mais ordem e menos entropia. A ordem é máxima quando os 100 pombos tiverem chegado ao pombal. Se em vez de 100 pombos considerarmos 200 pontos, o nível de ordem, assim como o nível de entropia é potencialmente mais alto.
Exemplo: 1 milhão de livros postos em prateleiras de uma biblioteca. A ordem máxima é verificada quando todos os livros estiverem nos seus devidos lugares, e a entropia é máxima quando estiverem totalmente embaralhados. Observe-se que se em uma prateleira todos os livros forem iguais, então o embaralhamento desses livros não altera a ordem nem a entropia.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Bactérias de Arsênio
[Arsênio (símbolo As) é um elemento químico, de número atômico 33; arsênico é uma substância química que contém arsênio. ]
Foi divulgado pela NASA, penso que de maneira precipitada, que uma dada bactéria, estremófilo: 1) Vive em um lago com alta concentração de arsênio; (2) Alimenta-se de arsênio; (3) O arsênio substitui o fósforo do dna da bactéria e incorpora-se ao dna da bactéria; (4) O arsênio é transmitido às próxims gerações.
O notável é que o arsênio supostamente substitui o fósforo e é transmitido às gerações seguintes. Isto é notável porque pelo conhecimento científico estabelecido, tem-se como certo que a vida tem como base os elementos químicos C (carbono), O (oxigênio), H (hidrogênio), N (nitrogênio), P (fósforo) e S (enxofre). Aqui base refere-se provavelmente aos átomos constituintes da molécula de guanina, citosina, timina e adenosina, que formam o dna.
A dúvida que surge é sobre o método de verificação da (1) incorporação do arsênio ao dna da bactéria; (2) substituição do fósforo pelo arsênio; (3) persistência do arsênio após sucessivas reproduções das bactérias. Não sou especialista em Bioquímica mas suponho que sejam utilizados métodos estequiométricos (estudos de proporções de reagentes e produtos para determinação de fórmulas) e/ou espectroscopia, talvez espectroscopia de massa. Tudo tem de ser muito bem verificado e calculado, para não se chegar a um novo fiasco como foi o da divulgação temerária pela NASA de bactérias supostamente marcianas contidas em um suposto meteorito encontrado na Antártica. O surpreendente é a aceitação automática e acrítica dessas notícias pela mídia internacional e por algumas entidades acadêmicas. A propósito, o acesso ao artigo sobre a bactéria tem sido estranhamente restringido aos interessados. Só tive acesso a fontes secundárias, e de cientistas que criticaram e desautorizaram os resultados divulgados.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O Universo Sempre Existente
Os círculos descobertos por Roger Penrose, renomado cientista, matemático e físico de Oxford, apontam para um Universo muito mais antigo do que se imaginava. Cabe agora investigar a natureza das explosões que supostamente originaram os círculos concêntricos, assim como verificar a exatidão dos dispositivos matemáticos usados para se concluir sobre a existência desses círculos, não só métodos de Estatística, como de espaços-tempos.
Cabe notar que, embora a idéia de Universo sempre existente não seja novidade, pesquisa científica séria sobre um Universo sempre existente com registros obtidos experimentalmente é novidade e define uma revolução na ciência.
Há várias possibilidades para a origem dos círculos, originado por ondas de choque com material emitido após o big bang:
1) Explosões periódicas do núcleo persistente (o agregado do big bang);
2) Explosões decorrentes de colisões de buracos negros de alta densidade perto do núcleo persistente;
3) Explosóes de buracos negros com o núcleo persistente.
4) Explosões anteriores ao big bang, com a posterior pulverização do núcleo principal.
Em havendo periodicidade, ou quase periodicidade, ou periodicidade potencial, o Universo define-se como sempre existente.
